quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

DPEIDS


DPEIDS: DO CAOS DAS ESQUINAS PARA O PALCO

A história da banda DPEIDS começa em junho de 2007, em Manaus (AM), no cenário mais cru possível: amigos reunidos entre goles de cachaça e violões nas esquinas da vida.

A proposta inicial era simples  tocar covers de um CD coletânea de punk rock nacional. Mas o primeiro ensaio foi um desastre completo: nada saiu. Foi aí que veio a virada. Em vez de insistir, decidiram criar suas próprias músicas. De cara, nasceram três. E, a cada ensaio, surgiam novas composições, junto com uma base crescente de amigos e ouvintes que compravam a ideia. Quando perceberam, já estavam prontos para encarar os palcos.

O nome “DPEIDS” é tão caótico quanto a origem da banda. A ideia inicial era “Merda”, mas já existia uma banda com esse nome. Na sequência, veio “Os Peidos”  só que em inglês. Sem saber a tradução correta, improvisaram: “Dpeids”. Um nome que carrega a mesma irreverência de bandas como The Offspring ou The Beatles  só que com um “D” na frente e zero compromisso com o óbvio.

A trajetória sonora começou com uma demo lançada entre 2009 e 2010. Em 2012, veio o EP Rock do Índio. Dois anos depois, 2014 marcou o lançamento do EP Mamando na Onça e do álbum Dpeids Rock Podre. Já em 2016, a banda prepara o disco Por um Bagulho Melhor, prometendo manter a sujeira sonora e a identidade irreverente.

O som? Uma mistura sem filtro de punk rock, hardcore, reggae e um rock and roll sujo, daqueles que não pedem licença. Tudo temperado com bom humor, cachaça e o que eles mesmos definem como “rock podre”.


Integrantes:
Carlos Castilho — Vocal
Ramon Paixão — Baixo
Bruno Ferreira — Guitarra


  


SoundCloud: https://soundcloud.com/dpeids
E quem quiser adquirir o EP Mamando na Onça é só acessar: A Loja  Mama Records: http://loja.mamarecords.com.br/  entrega em qualquer lugar do Brasil.  

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Não Fuja

BLUTS LANÇA SEU PRIMEIRO CD EM NOITE DE PESO EM MANAUS
Grunge, atitude e som autoral marcam estreia oficial da banda nos palcos

No dia 14 de novembro, a banda Bluts fez tremer o palco do Chacrinha Chopp’s com o lançamento do seu primeiro CD. A noite contou ainda com a participação de duas bandas convidadas: Banda Sheep e Red Roof, reforçando o clima de celebração da cena local.

“Não Fuja” é o disco de estreia e chega com 10 faixas totalmente autorais, carregadas de influências do grunge  perceptíveis nos riffs marcantes e na intensidade das composições. O álbum foi gravado por Albert Pink, no estúdio “Toca do Rato”, e é resultado de aproximadamente um ano de produção intensa.

O título “Não Fuja” nasce de uma das faixas do próprio álbum e carrega a essência da mensagem da banda: resistir, persistir e não desistir dos próprios objetivos, mesmo diante das dificuldades.

Fotos: Jefferson Ferreira

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

TOP VIDEOS

ROLL APRESENTA “A CANTIGA DE CHAPAR”
Uma viagem sonora entre paixão, atitude e liberdade

“Antiga Roll — A Cantiga de Chapar” nasce com uma proposta direta: ser trilha sonora para quem quer desligar do mundo e deixar a mente viajar.

“A Cantiga de Chapar” foi feita para ouvir chapado  ou chapando a cuca  sem filtro e sem culpa.

Na voz do compositor, Tharciso Yamane, a música ganha um tom mais íntimo:
“Descrevo uma garota por quem um dia me apaixonei. Essa música, como todas que escrevi nesses nove anos de banda, foi feita com a simples intenção de divertir quem escuta nosso som. Tocamos o que gostamos de ouvir, com verdade e força de vontade.”

Com uma pegada autêntica e sem amarras, a faixa traduz a essência da banda: fazer música por prazer, com identidade e atitude.


Composição: Tharciso Yamane

 

VELUDO BRANCO APRESENTA “MALDITA RESSACA”
Um hino etílico nascido do caos pós-show

“Veludo Branco — Maldita Ressaca” traduz, sem rodeios, o preço de uma noite intensa. A faixa carrega o espírito boêmio e a sinceridade crua de quem vive o rock além do palco.

Segundo o compositor Victor Matheus, a inspiração veio da forma mais direta possível:
“A ideia surgiu depois que tomei um porre em um show da Veludo Branco. A mensagem foi bem recebida por todos os boêmios que nos inspiraram.”

Composta em 2011, a música transforma excessos, histórias de bar e ressacas memoráveis em som  daqueles que todo mundo reconhece, mesmo que não admita.


Composição: Victor Matheus

BANDA DÓRIA APRESENTA “DEZ MIL MANEIRAS”
Entre escolhas, mudanças e a coragem de seguir em frente

“Dez Mil Maneiras” mergulha em um tema universal: a aceitação do presente e o peso das decisões que moldam o caminho de cada um. A faixa propõe um olhar direto sobre os atos e suas consequências, deixando o passado para trás e abraçando as transformações que o tempo impõe.

Com uma mensagem honesta e reflexiva, a música reforça a ideia de que seguir em frente também é um ato de coragem mesmo quando isso significa romper com antigas versões de si.


Composição: Jessica Bento

BANDA EN-JOY APRESENTA “A REAL”
Quando a paixão chega sem aviso e muda tudo

“A Real” mergulha nas paixões inesperadas que atravessam a vida sem pedir licença  daquelas que chegam com intensidade, pegam desprevenido e, quando você percebe, já tomaram conta de tudo.

A faixa traduz esse instante em que o acaso vira conexão, e a sintonia se transforma em algo maior, quase inevitável. É sobre sentir antes de entender, viver antes de explicar.


Composição: Rafa Ceroni

CORCEL 73 APRESENTA “CIDADES DE PAPEL”
Entre a fragilidade do mundo e o peso das escolhas humanas

“Cidades de Papel” surge como uma letra intensa, que aborda a construção da sociedade de forma abstrata e provocativa. A faixa convida à reflexão sobre um mundo que, embora pareça sólido, pode ser mais frágil do que se imagina.

O próprio título carrega essa ideia: estruturas que parecem reais, mas que podem ser moldadas — ou desfeitas  conforme as crenças e ações humanas. É a noção de que o homem escreve a própria história, mesmo em um cenário instável.

Com uma mensagem crítica e ao mesmo tempo poética, a música reforça o poder das escolhas e o impacto que elas deixam no coletivo.


Composição: Hugo Bandeira e Ramon Oliveira


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Mucajarock II

       

MUCAJAROCK: A FORÇA DO ROCK NO INTERIOR GANHA VOZ
De uma ideia entre amigos a um dos eventos mais pulsantes da cena local

Quem esteve na primeira edição do MucajaRock sabe: o festival nasceu da iniciativa de Yasmim Alvez e Lacerda, moradores do município de Mucajaí, com um objetivo claro  colocar o rock no mapa da cidade.

Enquanto Lacerda correu atrás das bandas, Yasmim assumiu a linha de frente na produção, garantindo patrocínio, som, palco, segurança e toda a estrutura necessária. O resultado foi um evento bem executado, que reuniu as bandas Dr. Yoko, Glorian Day, Johnny Manero, Scarecrow Dead e Scarley.

O nome “MucajaRock” surgiu por sugestão de Israel, da banda Dr. Yoko e a ideia foi abraçada por todos.

Com a resposta positiva do público, a segunda edição não demorou a sair do papel. Desta vez, a organização ficou por conta de Mario Andrade, da banda Anarkill, ao lado de Yasmim Alvez e Yago, com o apoio da equipe Rorairock.

A segunda edição do MucajaRock aconteceu no dia 29 de agosto, ampliando ainda mais o alcance do evento e reunindo um line-up de peso: Dr. Yoko, Veludo Branco, Johnny Manero, Ditambah, Dória, Scaley, Anarkill, Blust, JC3, Trupe de Marte, Raptor’s, Crônica e Jardim Ágape.

Mais do que um festival, o MucajaRock se consolida como um grito coletivo uma prova de que o rock também pulsa forte fora dos grandes centros.


        

terça-feira, 25 de agosto de 2015

2° Rock Contra a Corrupção

ROCK CONTRA A CORRUPÇÃO: GUITARRAS ERGUIDAS EM PROTESTO
Quando o som vira manifesto e o palco se transforma em voz coletiva

O “Rock Contra a Corrupção” tomou conta da Praça do Centro Cívico, em Boa Vista (RR), no dia 16 de agosto, marcando um momento histórico para o rock macuxi. Mais do que um evento musical, foi um ato de posicionamento  um espaço onde bandas locais puderam levantar a voz contra a corrupção em todos os níveis da sociedade e expor suas visões sobre a crise política.

Do início da tarde até a noite, o público acompanhou uma verdadeira maratona sonora, com mais de 20 bandas no line-up e uma resposta consistente da plateia ao longo de toda a programação. Entre riffs e letras afiadas, o evento mostrou que o rock ainda é, acima de tudo, instrumento de contestação.

O “Rock Contra a Corrupção” cumpriu seu papel ao provocar reflexão e sensibilizar parte dos jovens presentes sobre um dos maiores problemas do país. Ao mesmo tempo, abriu espaço para bandas que, muitas vezes, ficam à margem dos grandes eventos da cidade  reforçando o caráter democrático e inclusivo da cena.

Fica também o reconhecimento a todos os envolvidos: um esforço coletivo, construído por diferentes ideias, mentes e atitudes que se uniram em um só propósito  dizer não à corrupção, com volume alto e consciência ativa.


    
       





segunda-feira, 10 de agosto de 2015

En-Joy

  EN-JOY: DA DIVERSÃO ENTRE AMIGOS AO PALCO COM NOME PRÓPRIO

Entre influências diversas e som autoral, a banda constrói sua identidade sem rótulos

Formada em 2007, na cidade de Rio Grande (RS), a banda En-Joy nasceu da união de quatro amigos que queriam, acima de tudo, tocar por diversão. As primeiras apresentações aconteceram em escolas da cidade, mas não demorou para que o foco mudasse: o grupo passou a investir em composições próprias, moldadas pelas influências musicais dos integrantes  inicialmente marcadas pelo rock nacional.

Em 2010, a formação original passou por mudanças, abrindo caminho para uma evolução significativa no som e na proposta da banda.

Já em 2015, a En-Joy alcançou novos palcos ao abrir dois shows nacionais no mês de março, dividindo espaço com nomes como Natiruts e Reação em Cadeia  um passo importante na consolidação do grupo na cena.

As músicas de trabalho, “Inverão” e “Vinteum”, ganharam espaço nas rádios Atlântida e Oceano FM, tocando diariamente e ampliando o alcance do som autoral da banda.

Sem se prender a rótulos, a En-Joy constrói uma identidade musical livre, que mantém a essência do rock, mas dialoga com outros estilos como pop, reggae e MPB  reflexo direto das influências distintas de seus integrantes.

O novo álbum, “Vinteum”, foi lançado no dia 21 de junho e reúne essa mistura de sonoridades em faixas que reforçam a autenticidade da banda. O trabalho está disponível no canal oficial do grupo no YouTube.

Para mais informações, a banda também mantém presença ativa nas redes sociais, conectando-se diretamente com o público.


Integrantes:
Gabrielle Fredo — Vocal, guitarra e ukulele
Breno Cecere — Guitarra e violão
Marco Nunes — Baixo
Douglas Moraes — Bateria

        Barbie Dantas

terça-feira, 30 de junho de 2015

HolyBlue

HOLYBLUE: O LADO B QUE GANHA AS NOITES DE BOA VISTA
Entre grooves, atitude e repertório eclético, a banda aposta na diferença para conquistar o público

Formada em dezembro de 2013, a HolyBlue surgiu com uma proposta clara: ocupar a cena noturna de Boa Vista com um som fora do óbvio. Em vez de seguir o caminho tradicional, a banda aposta em um repertório “lado B”, buscando se diferenciar  não para ser a melhor, mas para ser uma alternativa real para quem quer sair de casa e ouvir algo além do previsível.

A identidade sonora da HolyBlue passeia por diferentes estilos, mesclando soul, pop, blues, samba rock e o clássico rock and roll. Uma mistura que reflete a versatilidade do grupo e o compromisso em entregar experiências musicais mais amplas ao público.

Nos bastidores, o foco é profissionalismo. Ensaios constantes e dedicação marcam a rotina da banda, que busca evoluir a cada apresentação.

A formação conta com Rubens (guitarra e vocal), Henderson Cunha (baixo), Winder Porto (bateria) e Geraldo (teclado). Último a entrar no grupo, Geraldo rapidamente se integrou e, em apenas dois meses, já soma de forma significativa à sonoridade da banda.

Entre os projetos, a HolyBlue prepara um especial dedicado ao Skank, previsto para o início de julho  sem perder de vista os próximos passos.

Segundo Rubens, a proposta vai além de tributos:
“Na verdade, não somos uma banda de especiais. Esse formato é uma forma de mostrar um trabalho mais profissional. Mas o foco é ter um repertório eclético, conciliando o que gostamos de tocar com o que o público quer ouvir  sempre buscando algo diferente das demais bandas locais.”

Com atitude, versatilidade e proposta bem definida, a HolyBlue se firma como uma aposta sólida para animar as noites roraimenses.





 -Barbie Dantas 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Banda Dória



DÓRIA: DA BRINCADEIRA ENTRE IRMÃOS AO SOM AUTORAL EM ASCENSÃO
Entre influências do rock nacional e identidade própria, a banda constrói seu caminho na cena

Com pouco mais de um ano de estrada, a banda Dória nasceu de forma despretensiosa quase como uma brincadeira entre os irmãos Jéssica (guitarra base e vocal) e Kally Henrique (bateria), que desde a infância compartilham o interesse pela música.

A ideia inicial era simples: montar uma banda entre amigos, sem compromisso profissional. Mas, com o tempo, a brincadeira ganhou força. O envolvimento com a música cresceu, e o projeto começou a tomar forma. Foi nesse processo que o baixista Felipe Oliveira se juntou ao grupo, fortalecendo a base sonora.

A formação se consolidou de vez com a entrada do guitarrista solo Gabriel Carvalho, que os integrantes conheceram durante uma apresentação na escola onde estudavam. A partir daí, a Dória passou a trilhar um caminho mais definido dentro da cena.

O nome da banda só surgiu em janeiro de 2014, inspirado na música “Eduardo e Mônica” na personagem Andreia Dória da Legião Urbana. Até então, o grupo se dedicava a covers de bandas como Pitty e a própria Legião. A virada veio com a criação de músicas autorais, assinadas principalmente pela vocalista Jéssica.

Em janeiro de 2015, a banda gravou sua primeira demo, com a faixa “Dez Mil Maneiras”, marcando oficialmente o início de sua produção autoral. Agora, o foco é dar o próximo passo: gravar o primeiro single, “Equívoco”, ainda este ano, e lançar o EP de estreia no início do próximo.

No palco, a Dória já soma participações em eventos como Tomarock (7ª edição), Rock Estacionamento (2ª edição) e Park Rock fortalecendo seu nome dentro da cena local.

Integrantes:
Jéssica — Guitarra base e vocal
Kally Henrique — Bateria
Felipe Oliveira — Baixo
Gabriel Carvalho — Guitarra solo






Barbie Dantas

terça-feira, 2 de junho de 2015

Ponto 40

PONTO 40: PESO, IDENTIDADE E ATITUDE SEM RÓTULOS
Do metalcore agressivo às mensagens de superação, a banda chega para marcar território na cena underground

A banda Ponto 40 surgiu oficialmente no dia 31 de maio de 2014, mas sua história começou um pouco antes, sob o nome PROFFECCIA. Após três shows, os integrantes decidiram mudar a identidade do grupo para evitar rótulos.

“Não temos nada contra, até porque há membros cristãos na banda. Mas a nossa proposta é outra. Não queremos ser rotulados”, explica o vocalista Hyago Lima.

Com uma sonoridade que mistura metalcore, deathcore e nu metal, a Ponto 40 aposta em peso, velocidade e intensidade  sem abrir mão de momentos melódicos e harmoniosos, características marcantes do estilo.

A formação conta com Hyago Lima (vocal), Level Júnior (bateria), Caio Zanis (guitarra solo), Felipe Nascimento (guitarra base e segunda voz) e, atualmente, Elezeu Júnior, o “Panda”, no baixo  que assumiu após a saída de Ronald Almeida.

O primeiro show da banda aconteceu no Circo do Seu Léo, no dia 13 de julho de 2014. Desde então, o grupo construiu uma trajetória intensa, acumulando apresentações em eventos importantes da cena local, como Marina do Rio Branco (edição especial rock), Virada Cultural do SESC, Intervenção Underground  onde saiu vencedora  além de festivais como Viking Metal Union, Rock Independente, Rock Estacionamento (edições 1.0 e 2.0), Passando o Som 1.0 e Park Rock 1.0.

A banda já lançou dois singles: “Punhos” e “Enquanto Não Fechar os Olhos (E.N.F.O.O)”, que reforçam sua proposta sonora e lírica.

Sobre as composições, Hyago destaca:
“Buscamos escrever letras que incentivem e encorajem nosso público a encarar a vida. A mensagem é clara: você pode, basta querer e correr atrás. Nunca é tarde para chegar onde se quer.”

Musicalmente, a Ponto 40 valoriza o underground nacional, com influências de bandas como Gloria, Savant Inc., Project 46 e Ponto Nulo no Céu, além de referências internacionais como Slipknot, Soulfly, Trivium, For Today e Lamb of God.

O primeiro clipe da banda está em produção e deve ser lançado em breve, próximo ao aniversário de um ano do grupo. A faixa escolhida é “Enquanto Não Fechar os Olhos”.

E, como os próprios integrantes definem: a Ponto 40 veio para acertar em cheio  um disparo direto na mente e na alma.



Ponto 40 no '' ParkRock 1.0.''









Barbie Dantas

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Trupe de Marte

TRUPE DE MARTE: A INVASÃO JÁ COMEÇOU
Com som autoral e identidade livre, a banda chega para mexer com a cena roraimense

“A trupe vai invadir a cidade!”  o bordão não é só frase de efeito, é declaração de intenção. A Trupe de Marte chega apostando em um rock alternativo que mistura melodias envolventes e letras que transitam entre amor, individualidade, reflexões sociais e arte.

Recém-formada  ainda “cheirando a leite”, como eles mesmos brincam  a banda já fez sua estreia e conseguiu arrancar suspiros do público roraimense. Mas quando o assunto é significado, o grupo prefere o mistério.

“Prefiro deixar os ouvintes se identificarem com a canção. Eu componho pensando em uma coisa ‘X’, mas, para quem ouve, pode significar outra completamente diferente. Não quero estragar esse tesão. Já ouvi gente dizer que uma música fala de amor não correspondido, quando, na verdade, foi feita para outra situação. Isso, pra mim, é o maior prazer. O significado das canções é você quem faz.”, explica o vocalista Cássio.

Apesar da pouca estrada, a banda já passou por mudanças  principalmente na bateria, que teve três substituições até a formação atual se consolidar.

A história começa com Cássio, vindo de Belém (PA), trazendo na bagagem a experiência da antiga banda Granfinno e uma vontade renovada de fazer barulho. No caminho, encontrou Emerson Pereira (guitarra), com quem compôs a faixa “Meu Palhaço”, que acabou ficando fora do repertório oficial, mas serviu como trilha sonora para um curta-metragem dirigido e protagonizado pelo próprio vocalista.

A formação ganhou força com a entrada de Alexandre Cavalcante (baixo), após um anúncio nas redes sociais, e se firmou com Ygor Lopes (bateria), que trouxe a mesma intensidade dos demais integrantes. Fechando o time, Márcio Pereira, irmão do guitarrista, chegou recentemente para completar a banda.

O repertório é majoritariamente autoral, com composições divididas entre Cássio e Emerson  uma troca criativa que fortalece a identidade do grupo.

“Acho muito importante essa troca. O Emerson tem músicas que eu canto e penso que gostaria de ter feito”, comenta Cássio.
“Muitas canções só ganharam forma e ficaram boas de ouvir graças à interpretação do Cássio”, completa o guitarrista.

A estreia oficial aconteceu no dia 18, com um setlist 100% autoral e influências que passeiam por nomes como Pitty, Luxúria, Paramore e Foo Fighters.

E, a essa altura, o recado já mudou de tempo verbal: a trupe não vai invadir , já invadiu.



Barbie Dantas
Fotografa : Tallynes Martins ( Rorairock)

Rock Estacionamento 2° Edição

ROCK ESTACIONAMENTO #2: A CENA MOSTRA SUA FORÇA NO PARQUE ANAUÁ
Com público presente e bandas em ascensão, o evento consolida seu espaço no underground roraimense

Quem se lembra da primeira edição do Rock Estacionamento, organizada pelo Studio 631? Após o sucesso inicial, a segunda edição veio para confirmar a força do evento. Realizado no dia 11/04/2015, no Parque Anauá , mais precisamente na pista de skate  o festival reuniu as bandas BioSong, Tartugas, SL 16, Clean Hands, Ponto 40, Trupe de Marte e Dória, consolidando-se como mais um sucesso de público e organização.

No Rock Estacionamento #2, três bandas se destacaram, escolhidas pelo público presente  um termômetro direto da resposta da cena.


Bandas em destaque:

1º: BioSong — Com uma proposta alternativa, a banda mistura rap, MPB, rock, blues e até elementos de soul, criando uma identidade sonora versátil. Com 1 ano e 4 meses de estrada, o grupo vem ganhando espaço na cena local.
Formação: Gabriel Oliveira (vocal), Lucas Berwig (violão), Leandro Jânio (guitarra), Lucas Tavares (baixo) e Matheus Gonçalves (bateria).





2º: SL 16 — Banda cristã de pop rock, com três anos de trajetória, levando suas mensagens ao público roraimense e também para além do estado.
Formação: Igo Sena (vocal), Janderson (guitarra), André Barros (baixo), Wemeson (guitarra) e Alan (bateria).


3º: Trupe de Marte — Apostando no rock alternativo, a banda trabalha letras e melodias que abordam amor, individualidade, reflexões sociais e arte. Com apenas três meses de estrada, fez sua estreia no palco do evento, arrancando suspiros do público com um repertório 100% autoral.
Formação: Cássio Freitas (vocal), Nativo (guitarra), Márcio Kapoi (guitarra), Alexandre Cavalcante (baixo) e Ygor Lopes (bateria)


A segunda edição do Rock Estacionamento foi organizada pelo Studio 631, com apoio do Blog Rorairock e patrocínio da loja Nuclear Skate Shop

 
 Créditos e registros do evento: Rimolo Pina (baterista da Iekuana), Ianara Cardoso (Rorairock), Stallyn Buckley (vocalista da Iekuana) e Barbie Dantas (Rorairock)

 
                               Barbie Dantas (Rorairock) e patrocinadores: Nuclear Skate Shop.

                                                    
                                                    Clean Hands,
                                                                      Dória

                                Barbie Dantas ( Rorairock) e Rebeca Vasconcelo ( Fotografa )
 
                                                          Ponto 40
Barbie Dantas

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Rock Estacionamento

ROCK ESTACIONAMENTO: DE UMA IDEIA SIMPLES A UM MOVIMENTO NA CENA
Quando uma guitarra sorteada vira o estopim para fortalecer o underground roraimense

Tudo começou como uma brincadeira interna. A proposta do Studio 631 era simples: sortear uma guitarra entre seus parceiros  os próprios clientes. Mas foi aí que surgiu o insight que mudaria tudo.

“Por que não chamar o público dessa galera e transformar isso em um evento, com shows e, no meio disso tudo, o sorteio da guitarra?”, pensou Igo Sena.

A ideia saiu do papel e ganhou forma. Assim nasceu o primeiro Rock Estacionamento de Roraima  um evento que uniu música, público e cena em um só espaço. No line-up, bandas como Peso J, Míssil Javali, Bluts, SL 16, Clean Hands e Ponto 40 deram o tom da estreia, mostrando a diversidade e a força do som autoral local.

O resultado foi imediato: público presente, energia no alto e a sensação de que algo maior estava começando. No fim da noite, a guitarra encontrou seu novo dono  ou melhor, sua nova casa: a banda Ponto 40 foi a sorteada.

Mas o impacto do evento foi além do prêmio. A resposta positiva consolidou a ideia e abriu caminho para a continuidade do projeto. O que começou como uma ação pontual rapidamente se transformou em movimento  e garantiu a realização da segunda edição do Rock Estacionamento.

O evento foi realizado pelo Studio 631, com apoio do Esquinão Music, reforçando a importância das parcerias na construção da cena independente.

No fim das contas, o Rock Estacionamento provou uma coisa: às vezes, tudo o que o underground precisa é de uma boa ideia, atitude e volume alto.



                           
                                   A banda ''Ponto 40'' foi a sortuda e ganhou a guitarra sorteada

 
                                       
                                                                       Banda Peso J


                                                           Banda Míssil Javali

 

                                                                 Banda Bluts

 

                                                                    Banda SL 16

 

                                                                 Banda Clean Hands

 
                                                   
                                                                     Ponto 40
                           O evento foi realizado pelo o Studio 631 com o apoio do Esquinão Music .


 
Equipe RoraiRock e Igo Sena ( Studio 631)
 

Equipe RoraiRock ( Tallynes Martins , Barbie Dantas, Rebeca Vasconcelo e Ianara Cardoso)
Barbie Dantas

 
Endereço: Rua das flores de cera, 221 - Pricumã - Boa Vista RR / Telefone: (95) 3626-5130 - (95) 98122-5062 (Sissy) - (95) 99172-0990 (Barbie)